Dia de Formação
Aconteceu no dia 19.06.2010, no Centro Marianista Caná, um Dia de Formação com o Pe. Quevedo sob o tema “Amor e Fidelidade”.
Vejam abaixo algumas fotos do evento:
Postado em FormaçãoAconteceu no dia 19.06.2010, no Centro Marianista Caná, um Dia de Formação com o Pe. Quevedo sob o tema “Amor e Fidelidade”.
Vejam abaixo algumas fotos do evento:
Postado em FormaçãoJesus Cristo Ressuscitou. Aleluia! A Vida venceu a morte. Aleluia!
Na manhã do primeiro dia da semana, ainda escuro, Maria Madalena encontrou o sepulcro vazio. É o primeiro dia da semana, o início de uma nova era, de um novo tempo, uma nova realidade, onde se cumpre plenamente o projeto do Pai. A noite se faz dia. A ressurreição de Jesus vem nos mostrar que a vida dedicada ao próximo, no amor incondicional, até as últimas consequências, é o caminho para a plena felicidade.
A Comunidade criada por Jesus estava perdida, desamparada, acreditando que a morte havia triunfado e, por isso, foram procurá-lo no sepulcro. Pela lógica do mundo, tudo estava acabado, Jesus havia fracassado, pois a sua entrega total em favor dos pobres e excluídos o levaram à morte, à derrota. A Ressurreição de Jesus prova o contrário. A vitória sobre a morte é resultado de uma vida vivida do amor ao extremo.
Esse é o convite feito a cada um de nós nos dias de hoje. Viver a vida intensamente, no amor e no respeito às outras pessoas, buscando a felicidade mostrada por Jesus Cristo, que não é individual, irresponsável, egoísta. Na contramão dos ensinamentos do mundo, somos convidados a viver o amor e a paz, que são frutos da justiça.
Na madrugada e manhã do domingo, as Comunidades da Arquidiocese de Campinas celebram a Ressurreição de Jesus, com Procissões e Missas. Dom Bruno Gamberini, Arcebispo Metropolitano de Campinas, preside a Missa da Ressurreição, às 09h30, na Catedral Metropolitana.
Postado em FormaçãoJesus está morto e foi sepultado. Porém, persiste a esperança e a confiança em suas palavras, de que ressuscitaria ao terceiro dia. A Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua Paixão e Morte, e abstendo-se do sacrifício da Missa, até que, após a solene Vigília em que espera a Ressurreição, se entrega às alegrias da Páscoa, que transbordarão por cinqüenta dias. Segundo antiqüíssima tradição, esta noite deve ser comemorada em honra do Senhor e a Vigília que nela se celebra, em memória da noite santa em que Cristo ressuscitou, deve ser considerada a mãe de todas as santas Vigílias (Santo Agostinho). Esta é a celebração mais importante na vida do cristão. Nela falam os símbolos da vida: o fogo, a luz, a água, o óleo, o pão e o vinho. A Missa da Vigília Pascal, celebrada em todas as Paróquias, à noite, começa na escuridão, simbolizando a morte. Pouco a pouco, as luzes do templo são acesas. Uma grande vela, o Círio Pascal, é conduzida solenemente ao altar, lembrando a presença do Ressuscitado. Em seguida, as leituras mostram toda a história da salvação. Antes da leitura do Evangelho, acontece o anúncio da Ressurreição de Cristo, através de um canto solene. A seguir é feita a bênção da água, que será usada no Sacramento do Batismo durante todo o ano. A Missa continua, então, em clima de alegria, festa e união.
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A Sexta-feira Santa é um dia marcado pelo silêncio. Jesus, após sua prisão, foi interrogado, humilhado e torturado durante toda a noite. Muitas vezes nós não conseguimos dimensionar o que foi o sofrimento de Jesus porque ao se ler os textos, não levamos em consideração o espaço de tempo que levou de sua prisão até sua morte. Até as três horas, acompanhamos este sofrimento como se estivesse acontecendo agora. Por isso, a Sexta-feira é dia de jejum e oportunidade para revermos nossa vida. A solene Ação Litúrgica da Paixão de Cristo, que deverá ser celebrada depois do meio-dia e antes das 21h00, tem quatro partes: 1. proclamação da Palavra, especialmente da Paixão segundo São João; 2. oração universal; 3. adoração da cruz; e 4. comunhão eucarística. É dia de coleta em favor dos lugares santos. Neste dia, a Igreja concede a Indulgência plenária aos que participam piedosamente da veneração da cruz e beijam devotamente o Santo Lenho (supondo que cumpram as outras condições costumeiras - confissão recente, renovação da fé, oração pelo Papa e invocação da Virgem - a condição da missa é substituída pela participação nesta liturgia).
Segundo tradição judaica, a relação sexual deixava os animais ou as pessoas impuras, por isso a tradição de não comer carne de mamíferos e similares na Sexta-feira Maior, para não ficarem impuros como eles. O peixe não se reproduz por cópula, daí ser permitido comer sua carne.
Quanto ao jejum e abstinência, o cânon 1252 diz que estão obrigados à lei da abstinência aqueles que tiverem completado 14 anos de idade; estão obrigados à lei do jejum todos os maiores de idade (quem completou 18 anos) até os 60 anos começados. Todavia, os pastores e pais cuidem para que sejam formados para o genuíno sentido da penitência também os que não estão obrigados à lei do jejum em razão da pouca idade. Toda sexta-feira do ano é dia de penitência, a não ser que coincida com solenidade do calendário litúrgico. Os fiéis nesse dia se abstenham de carne ou outro alimento, ou pratiquem alguma forma de penitência, principalmente obra de caridade ou exercício de piedade. A Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa, memória da Paixão e Morte de Cristo, são dias de jejum e abstinência. A abstinência pode ser substituída pelos próprios fiéis por outra prática de penitência, caridade ou piedade, particularmente pela participação nesses dias na Sagrada Liturgia (Legislação complementar da CNBB quanto aos cânones 1251 e 1253).
Postado em FormaçãoSob o tema “FÉ” e VIDA CRISTÔ, a Região São Paulo Centro I realizou a referida Sessão de Formação na Casa de Retiros Siloé (Vinhedo) nos dias 16 e 17 de maio.
Participaram 54 casais dos 9 setores que compõem a Região.
Vivenciada numa sequência de celebrações litúrgicas, palestras e grupos de reflexão, com a orientação espiritual do Pe. Israel (SCER), foi uma rica oportunidade para aprofundamento da fé cristã e estímulo a melhor compreensão da missão do casal cristão no mundo.
Os casais participantes de Campinas - Setor B foram: Carú e José Carlos (equipe 02), Nice e André - CRS (equipe 03), Cristina e Alécio (equipe 03), Adelaide e Hevane (equipe 07), Claudia e Antonio Carlos (equipe 11) e Heleninha e Gerson (equipe 11).
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